{"id":580,"date":"2020-11-02T15:26:01","date_gmt":"2020-11-02T15:26:01","guid":{"rendered":"https:\/\/cm-marvao-pro.skilltech.pt\/?page_id=580"},"modified":"2026-06-15T16:26:56","modified_gmt":"2026-06-15T16:26:56","slug":"patrimonio-ambiental","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.cm-marvao.pt\/en\/concelho\/patrimonio\/patrimonio-ambiental\/","title":{"rendered":"Patrim\u00f3nio ambiental"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;RGBA(255,255,255,0)&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1072-scaled.jpg&#8221; locked=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;200px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;16085a0c-5f06-4ba2-b5a8-f6760cbe86b7&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1>Patrim\u00f3nio ambiental<\/h1>\n<p>Valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio natural de Marv\u00e3o.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_class=&#8221;inner-menu&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#7F2629&#8243; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; sticky_position=&#8221;top&#8221; sticky_position_tablet=&#8221;none&#8221; sticky_position_phone=&#8221;none&#8221; sticky_position_last_edited=&#8221;on|tablet&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;%91%93&#8243;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; border_color_bottom=&#8221;#2B2E34&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_menu menu_id=&#8221;1249&#8243; module_class=&#8221;ipv-page-submenu&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; menu_text_color=&#8221;#ffffff&#8221; menu_font_size=&#8221;16px&#8221; menu_line_height=&#8221;21px&#8221; background_color=&#8221;RGBA(255,255,255,0)&#8221; custom_padding=&#8221;5px||5px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_menu][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_id=&#8221;fauna&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Fauna<\/h2>\n<p>A fauna que se pode encontrar na \u00e1rea geogr\u00e1fica do concelho de Marv\u00e3o, apresenta alguns aspectos peculiares bastante interessantes. A \u201cilha\u201d que esta regi\u00e3o montanhosa representa, reflecte-se na presen\u00e7a de isolados populacionais de duas esp\u00e9cies de anf\u00edbios, o Sapo parteiro e a R\u00e3 ib\u00e9rica, ambos presentes nos cursos de \u00e1gua que descem do maci\u00e7o montanhoso de Marv\u00e3o, indo juntar-se \u00e0s \u00e1guas do Sever.<\/p>\n<p>Igualmente presente nestes pequenos ribeiros, pode observar-se uma das esp\u00e9cies de r\u00e9pteis mais espectaculares da nossa fauna. Trata-se do Lagarto de \u00e1gua, end\u00e9mico da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, cuja popula\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Mamede se encontra tamb\u00e9m isolada das do Norte do pa\u00eds, onde a esp\u00e9cie \u00e9 mais comum.<br \/>Marv\u00e3o \u00e9 conhecida como a vila onde se v\u00eaem as \u00e1guias pelas costas. No entanto, a sua peculiaridade avifaun\u00edstica n\u00e3o \u00e9 hoje tanto representada por estas rapinas mas sim pelo Chasco-preto, passeriforme rup\u00edcola raro e de distribui\u00e7\u00e3o muito localizada no Sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No que diz respeito aos mam\u00edferos, para al\u00e9m de esp\u00e9cies com larga distribui\u00e7\u00e3o em toda a Serra de S\u00e3o Mamede, como s\u00e3o os casos da Geneta, do Javali e do Texugo, s\u00f3 para citar alguns, tamb\u00e9m pode ser observada a Lontra, particularmente nas orlas dos cursos de \u00e1gua mais abrigados. Menos comum, mas tamb\u00e9m presente na encosta de Marv\u00e3o, est\u00e1 a Fuinha que raramente se deixa observar. Mas o interesse mamofaun\u00edstico de Marv\u00e3o adv\u00e9m sobretudo da presen\u00e7a do Rato-de-cabrera, interessante endemismo ib\u00e9rico com o estatuto de raro no nosso pa\u00eds e das nada menos que treze esp\u00e9cies de morcegos, nove das quais em perigo de extin\u00e7\u00e3o em Portugal, que utilizam Marv\u00e3o e zonas circundantes como territ\u00f3rio de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/gineta.jpg&#8221; title_text=&#8221;gineta&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h3>Aves de Marv\u00e3o<\/h3>\n<p>A vila de Marv\u00e3o localiza-se sobre uma crista quartz\u00edtica ( a maior e mais alta crista quartz\u00edtica a sul do Tejo ). As cristas quartz\u00edticas possuem algumas particularidades ornitol\u00f3gicas, que poucos se apercebem, mas que pela sua import\u00e2ncia aqui deixamos este pequeno apontamento.<\/p>\n<p>Na crista quartz\u00edtica de Marv\u00e3o nidifica uma das aves mais raras de Portugal, o Chasco-Preto, Oenanthe leucura. Podemos contemplar o seu voo entrecortado, de plumagem negra, com parte da cauda branca, de porte um pouco menor a um melro. \u00c9 muito f\u00e1cil a sua observa\u00e7\u00e3o na vila de Marv\u00e3o, a partir das muralhas, quer na vertente oeste quer na norte. Em voos constantes, em cantos agudos e entrecortados, esta ave possui como uma das suas caracter\u00edsticas peculiares o ciclo reprodutivo, j\u00e1 que o macho n\u00e3o se poupa a esfor\u00e7os para transportar pedras para o ninho. \u00c9 uma tarefa que tem lugar antes da postura dos ovos, mas ap\u00f3s o acasalamento, pelo que se p\u00f5e de lado a hip\u00f3tese de tal actividade ser um ritual de acasalamento. \u00c9 poss\u00edvel que originalmente a fun\u00e7\u00e3o das pedras fosse essencialmente de suporte \u00e0 estrutura do ninho ou para o proteger das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas adversas. No entanto, a quantidade de pedras acumuladas no ninho \u00e9 um exagero, assim como o esfor\u00e7o energ\u00e9tico que o macho investe nos intensos per\u00edopdos de transporte (at\u00e9 82 pedras em meia hora); as pedras s\u00e3o transportadas no bico, em voo, a dist\u00e2ncias de alguns metros mas com uma forte componente de ascens\u00e3o at\u00e9 ao ninho.<\/p>\n<p>T\u00eam-se observado em v\u00e1rias esp\u00e9cies animais, o desenvolvimento de actividades e comportamentos, \u00e0 primeira vista exc\u00eantricos, mas que cumprem uma importante fun\u00e7\u00e3o no ciclo reprodutor. Estes atributos fornecem informa\u00e7\u00f5es sobre o estado f\u00edsico dos indiv\u00edduos e\/ou sobre a sua capacidade para cuidar das crias. No caso do Chasco-Preto, observa-se que as f\u00eameas investem mais na reprodu\u00e7\u00e3o se o seu par mostrar vigor f\u00edsico, caracter\u00edsticas gen\u00e9tica favor\u00e1vel a transmitir \u00e0 descend\u00eancia. Verifica-se tamb\u00e9m que tais esfor\u00e7os podem informar a f\u00eamea sobre a capacidade do seu companheiro de posteriormente cuidar das crias, quantas mais pedras conseguir carregar, mais alimento poder\u00e1, posteriormente, transportar para o ninho.<\/p>\n<p>Esta ave distribui-se pela Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, \u00e9 uma esp\u00e9cie sedent\u00e1ria, que nidifica em zonas \u00e1ridas e rochosas de clima mediterr\u00e2nico, condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis que consegue encontrar aqui em Marv\u00e3o. Em aten\u00e7\u00e3o \u00e0 raridade da esp\u00e9cie, todas as actividades humanas que possam-lhe causar inc\u00f3modo devem ser acauteladas e ponderada a sua utilidade. J\u00f3ia do Alentejo, Marv\u00e3o, possui para al\u00e9m do seu patrim\u00f3nio, uma ave bela e rara, estando protegida, quer pela Lei da Ca\u00e7a, Conven\u00e7\u00e3o de Berna e Directiva das Aves.<\/p>\n<p><strong>Lu\u00eds Marques<\/strong><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/grifo.jpg&#8221; title_text=&#8221;grifo&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_id=&#8221;flora&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#FFFBF8&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Flora<\/h2>\n<p>Marv\u00e3o, n\u00e3o obstante trata-se de uma zona muito humanizada e ruralizada, cont\u00e9m ainda um assinal\u00e1vel conjunto de habitats naturais com as esp\u00e9cies que lhe s\u00e3o pr\u00f3prias, as quais rareiam ou j\u00e1 n\u00e3o existem em zonas mais aplanadas e sujeitas a maior press\u00e3o humana. Assim, ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar todas as comunidades das sucess\u00f5es naturais do Carvalho negral e do Sobreiro que se distribuem, respectiva e preferencialmente, pelas encostas norte e sul, devido \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas referidas.<\/p>\n<p>Nalgumas situa\u00e7\u00f5es, a integra\u00e7\u00e3o no conjunto de espa\u00e7os cultivados e a sua altern\u00e2ncia com espa\u00e7os naturais (bosquetes, matos arborescentes, etc) \u00e9 esteticamente t\u00e3o harmoniosa e complementar, que contribui para o enriquecimento e valoriza\u00e7\u00e3o das paisagens. Estes aspectos s\u00e3o mais not\u00f3rios na encosta norte, que \u00e9 mais suave, e tamb\u00e9m pr\u00f3ximo da base da encosta sul.<\/p>\n<p>Por outro lado, com particular incid\u00eancia na vertente sul, da dureza das escarpas quartz\u00edticas abruptas revestidas de l\u00edquenes, surge nas fendas e gretas curiosa vegeta\u00e7\u00e3o rup\u00edcola, que quase se perde nas proximidades de luxuriantes giestais instalados sobre substratos mais profundos. Contrastando com estas manchas amarelas e brancas, revestindo zonas mais pobres (degradadas) surge a paleta rosa-lilaz dos urzais ricos em esp\u00e9cies de car\u00e1cter setentrional.<br \/>\nNa base da encosta corre o Rio Sever. Nas suas duas margens, h\u00e1 trechos bem conservados onde os Amieiros escondem do visitante o denso e verde sub-bosque de fetos que se espelha nas l\u00edmpidas e deslizantes \u00e1guas do rio.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carvalho.jpg&#8221; title_text=&#8221;carvalho&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_id=&#8221;natureza&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Natureza e paisagem<\/h2>\n<p>A paisagem de Marv\u00e3o, no cora\u00e7\u00e3o do Parque Natural da Serra de S. Mamede, apesar de fortemente humanizada e com uma marcada componente rural, apresenta um importante conjunto de habitats naturais.<\/p>\n<p>A diversidade geol\u00f3gica de granitos, calc\u00e1rios, quartzitos, xistos\u2026 aliada \u00e0 altitude e \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o dos relevos, favorece a exist\u00eancia de v\u00e1rios microclimas que propiciam a ocorr\u00eancia de uma flora muito variada.<\/p>\n<p>Na paisagem, os terrenos cultivados misturam-se com as escarpas, bosques e matagais, criando condi\u00e7\u00f5es \u00fanicas \u00e0 exist\u00eancia de uma fauna rica e diversificada.<\/p>\n<p>A serra de S. Mamede, a mais elevada a sul do Tejo, funciona como uma \u201cilha biol\u00f3gica\u201d em que se encontram isoladas esp\u00e9cies da fauna e da flora que s\u00f3 se voltam a encontrar no norte do pa\u00eds.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/afloramentos-rochosos.jpg&#8221; title_text=&#8221;afloramentos rochosos&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_id=&#8221;serra&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#FFFBF8&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Serra de S. Mamede<\/h2>\n<p>A Serra de S. Mamede, com uma altitude de 1.025m, fica situada na regi\u00e3o do Alto Alentejo. Esta serra \u00e9 a mais elevada ao sul do Tejo, com cerca de 40Km de comprimento e 10Km de largura e \u00e9 o extremo ocidental da cordilheira Luso-Espanhola. Surge da peneplan\u00edcie alentejana com duas plataformas, a das Carreiras e a dos Alvarr\u00f5es.<\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es orogr\u00e1ficas existentes, dois planaltos centrais, vales largos dos quais se elevam altos cumes, d\u00e3o a sensa\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de v\u00e1rias serras. Assim, distinguem-se as Serras de Castelo de Vide (762m), Marv\u00e3o (865m), Selada (823m), Portalegre (638m), S. Mamede (1.025m) e Fria (900m).<\/p>\n<p>De entre os vales largos encontram-se os da Escusa, Porto da Espada, S. Juli\u00e3o, Freguesia, Porto Roque e do Sovrete.<\/p>\n<p>A Serra de S. Mamede apresenta uma direc\u00e7\u00e3o NW-SE que evidencia a forma\u00e7\u00e3o herc\u00ednica dos seus terrenos.<\/p>\n<p>As vertentes que s\u00e3o expostas a SW t\u00eam um clima mais quente e mais seco do que as que est\u00e3o expostas a NE, com um clima mais frio e h\u00famido.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Serra de S. Mamede inclui a maior mancha do dev\u00f3nico portugu\u00eas assim como outras manchas de terrenos paleoz\u00f3icos.<\/p>\n<p>A altitude da Serra de S. Mamede, combinada com as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e pedol\u00f3gicas, permite a exist\u00eancia de uma flora muito variada.<\/p>\n<p>Do ponto de vista faun\u00edstico, a regi\u00e3o \u00e9 muito rica e diversificada. Os terrenos cultivados, as escarpas, os matagais e os terrenos despidos de vegeta\u00e7\u00e3o misturam-se de tal maneira que os habitats surgem pr\u00f3ximos uns dos outros, por vezes de forma confusa.<\/p>\n<p>Marv\u00e3o constitui uma amostragem bem consp\u00edcua desta diversidade, tanto mais que, pela sua altitude e orienta\u00e7\u00e3o, favorece uma express\u00e3o muito clara, num espa\u00e7o relativamente restrito, das v\u00e1rias influ\u00eancias clim\u00e1ticas em presen\u00e7a.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1072-scaled.jpg&#8221; title_text=&#8221;DSC_1072&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; module_id=&#8221;rio&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Rio Sever<\/h2>\n<p>O Rio Sever, nascendo no extremo sul do concelho de Marv\u00e3o, resultante da conflu\u00eancia do Ribeiro das Reveladas e do Ribeiro do Porto da Espada, percorre-o no sentido Sul \u2013 Norte e ladea a Oeste os termos municipais de Val\u00eancia de Alc\u00e2ntara, Herrera de Alc\u00e2ntara e Cedilho. Na margem portuguesa delimita a Este parte do concelho de Marv\u00e3o e os concelhos de Castelo de Vide e Nisa.<\/p>\n<p>Com uma orienta\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica Sul \u2013 Norte, este Rio que nasce na Serra de maior altitude do Sul de Portugal (S. Mamede 1027m), em cotas m\u00e1ximas de 900m, desagua no Tejo a uma cota m\u00e9dia, actual, de 100m. O desn\u00edvel de 800m esbate-se ao longo dos 63Km do seu percurso, verificando-se um maior declive logo junto \u00e0 nascente. A cota de 500m \u00e9 atingida nas imedia\u00e7\u00f5es da Portagem, 9Km a jusante da nascente. Os restantes 300m de diferen\u00e7a altim\u00e9trica dividem-se, irregularmente, pelos 54Km restantes at\u00e9 desaguar no Rio Tejo.<\/p>\n<p><strong>Afluentes:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Ribeiro das Trutas<\/li>\n<li>Ribeiro do Vale de Alcaide<\/li>\n<li>Ribeira dos Galegos ( estes \u00faltimos 46Km servem de fronteira entre Portugal e Espanha)<\/li>\n<li>Regato de la Miera (territ\u00f3rio espanhol)<\/li>\n<li>Ribeiro do Lobo<\/li>\n<li>Ribeira do Vale de Cano (que separa o concelho de Marv\u00e3o com o de castelo de Vide)<\/li>\n<li>Ribeira de Vide (concelho de Castelo de Vide)<\/li>\n<li>Ribeira de S. Jo\u00e3o (concelho de Castelo de Vide)<\/li>\n<li>Rio Alburel (territ\u00f3rio espanhol)<\/li>\n<li>Regato de la Mujer (territ\u00f3rio espanhol)<\/li>\n<li>Regato Aguas Blancas (territ\u00f3rio espanhol)<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.cm-marvao.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/MG_4783-scaled-e1614781928844.jpg&#8221; title_text=&#8221;_MG_4783&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patrim\u00f3nio ambiental Valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio natural de Marv\u00e3o.Fauna A fauna que se pode encontrar na \u00e1rea geogr\u00e1fica do concelho de Marv\u00e3o, apresenta alguns aspectos peculiares bastante interessantes. A \u201cilha\u201d que esta regi\u00e3o montanhosa representa, reflecte-se na presen\u00e7a de isolados populacionais de duas esp\u00e9cies de anf\u00edbios, o Sapo parteiro e a R\u00e3 ib\u00e9rica, ambos presentes nos [&hellip;]<\/p>\n<div class='heateorSssClear'><\/div><div  class='heateor_sss_sharing_container heateor_sss_horizontal_sharing' data-heateor-sss-href='https:\/\/www.cm-marvao.pt\/en\/concelho\/patrimonio\/patrimonio-ambiental\/'><div class='heateor_sss_sharing_title' style=\"font-weight:bold\" >Spread the love<\/div><div class=\"heateor_sss_sharing_ul\"><a aria-label=\"Facebook\" class=\"heateor_sss_facebook\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.cm-marvao.pt%2Fen%2Fconcelho%2Fpatrimonio%2Fpatrimonio-ambiental%2F\" title=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\" style=\"font-size:32px!important;box-shadow:none;display:inline-block;vertical-align:middle\"><span class=\"heateor_sss_svg\" 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